Prepare o coração, amante da fofoca política, porque a quarta-feira (5) vem quente! A Quaest solta sua nova pesquisa presidencial e o babado é forte: de um lado, Flávio Bolsonaro turbinado pelo apoio nada discreto de Javier Milei. Do outro, um Lula às voltas com investigações sobre o filho, o famoso “Lulinha”. O embate promete sacudir as estruturas e dar aquele gostinho de “tá pegado”.
O embalo de Milei para Flávio
Quem diria que o libertário argentino viraria cabo eleitoral do clã Bolsonaro? Pois bem, o apoio de Javier Milei a Flávio não é só simbólico — é um aceno direto ao eleitorado que sonha com direita raiz no continente. A pesquisa Quaest, encomendada e aguardada como novela das oito, deve captar esse efeito. Será que o “efeito Milei” vai inflar os números do ex-senador? Nos bastidores, aliados juram que sim, e o timing não poderia ser melhor: a poucos meses do primeiro turno, qualquer sopro a favor vira tsunami.
Lula e a sombra das investigações sobre Lulinha
Enquanto Flávio ganha fôlego, o outro lado enfrenta turbulência. As investigações envolvendo Lulinha voltaram à tona com força total, e a Quaest chega justamente no olho do furacão. Estratégias de comunicação petista tentam blindar Lula, mas o assunto gruda na campanha como purpurina em dia de Carnaval. A pergunta que não quer calar: até que ponto o escândalo familiar corrói a imagem de “pai dos pobres”? Analistas divergem, mas uma coisa é certa: o estrago já é pauta entre os indecisos.
O retrato das urnas: Nexus/BTG já acende alerta
A poucas horas de um novo termômetro, a tensão só aumenta nos QGs dos dois lados.
Enquanto a Quaest não vem, a pesquisa Nexus/BTG divulgada recentemente já deu o que falar. O cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro aparece cristalino, com vantagem apertada — empate técnico que faz qualquer marqueteiro perder o sono. Nos corredores de Brasília, o disse-me-disse é que Flávio cresce justamente onde Lula patina: no Sudeste e no Sul, regiões decisivas.
Colégios eleitorais: onde cada um domina
A Gazeta do Povo detalhou o raio-x dos maiores colégios eleitorais, e o recado é claro: Lula mantém força no Nordeste, mas Flávio avança no Centro-Sul. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro — juntos, um terço do eleitorado — estão mais conflagrados do que nunca. Com Milei na retaguarda, Flávio tenta fincar bandeira no eleitorado antipetista, enquanto Lula aposta no voto de lealdade das classes mais baixas. Os próximos capítulos dessa novela prometem reviravoltas dignas de reality show.
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