Uma veterinária terceirizada do Senado Federal morreu após ser atacada por um cão da raça pastor-belga, na manhã desta quarta-feira (19), em Brasília. O ataque ocorreu na área do canil do Senado, localizado na Esplanada dos Ministérios, e a vítima sofreu uma lesão gravíssima no pescoço.
De acordo com o G1, a profissional foi socorrida e encaminhada ao hospital, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. A informação da morte foi confirmada pelo portal Correio 24 Horas. Antes do óbito, fontes como a Folha de S.Paulo e o Metrópoles já haviam noticiado que ela estava em estado grave após o procedimento cirúrgico.
O ataque e o resgate
Segundo relatos, a veterinária atuava como prestadora de serviços para o Senado e estava no canil quando foi surpreendida pelo animal. O pastor-belga, utilizado em atividades de segurança e patrulhamento, teria atacado a profissional de forma violenta, causando ferimentos profundos na região do pescoço.
Equipes de emergência foram acionadas e a vítima foi levada às pressas para uma unidade de saúde. A cirurgia foi realizada na tentativa de conter a hemorragia e reparar os danos, mas o quadro evoluiu para óbito.
A morte da veterinária reacende o debate sobre os protocolos de segurança no manejo de cães de grande porte em órgãos públicos.
Repercussão e questionamentos
O caso rapidamente ganhou as redes sociais, com internautas cobrando explicações sobre as circunstâncias do ataque e as condições de trabalho dos funcionários terceirizados. Muitos questionam se havia supervisão adequada no canil e se o animal possuía histórico de agressividade.
Até o momento, o Senado Federal não divulgou nota oficial sobre o incidente. O destino do cão também não foi informado. A Polícia Civil do Distrito Federal deve investigar o caso.
A tragédia serve de alerta para a necessidade de treinamento e equipamentos de proteção para quem lida com animais de grande porte, especialmente em instituições públicas.







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